
Segundo a lei da vida, nós humanos somos animais racionais. O ato de pensar é um dom concebido somente a nós e os demais agem apenas por puro instinto. A vida é responsável por nos dar oportunidades e escolhas, mas, cabe somente a nós a decisão do que fazer diante dessas escolhas e é justamente nesse ponto onde a nossa capacidade de pensar entra em ação. A questão é: Como vamos saber se as escolhas pelas quais optamos são corretas?
Nem sempre as nossas escolhas podem ser consideradas corretas, tudo vai depender de um ponto de vista. Avaliando de uma forma ética, devemos optar por aquilo que tem base na nossa moral, em nossos princípios e ideais, ou seja, devemos optar por aquilo que é correto para nós levando em conta os nossos valores.
Em alguns casos, há quem deixe a própria ética de lado pra seguir os ideais da maioria. A maioria é um fator influente para um individuo, ela pode intimidar de tal forma um individuo que o mesmo se sente inseguro para manifestar sua própria opinião. É preciso ter autoconfiança, um ótimo argumento e convicção para se manifestar diante da maioria, para ir contra os princípios de muitos.
Mesmo que os humanos se diferenciem dos outros animais pelo ponto do raciocínio, existe um aspecto semelhante com os demais que é a convivência em grupo. A nossa espécie forma uma sociedade e existe um código de ética social, onde devemos respeitar as leis para que possamos conviver bem socialmente. Então, é correto concluir que também devemos fazer nossas próprias leis baseadas em nossos valores, e devemos agir de acordo com elas para que possamos conviver bem com nós mesmos.
É importante passarmos a agir a partir de nossos conceitos e não devemos agir a partir de conceitos da maioria sem que os mesmos não estejam relacionados com a nossa moral. É claro que vamos ter consequências com nossas escolhas estejam elas certas ou erradas, mas o que importa é que estejamos satisfeitos com nós mesmos e cientes das nossas atitudes. A maioria pode tentar nos impedir de impor aquilo que pensamos, mas não vai conseguir se estivermos convictos o bastante e firmes sobre aquilo que achamos que deve ser feito.
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